*Segundo o New York Times, a iniciativa prevê uma parceria público-privada envolvendo NIH, fundações, pesquisadores, farmacêuticas, biotechs, grupos de pacientes e filantropias, com início esperado para dezembro e foco inicial em câncer de pâncreas, fígado e colorretal, além de alguns tumores pediátricos.
*A proposta mira um horizonte de anos: a fase 1 deve levar cerca de três anos; a fase 2, pelo menos quatro; e a ambição citada é que, em sete a dez anos, alguém possa “entrar no consultório e receber uma vacina”.
*Recentemente, houve um avanço histórico em vacina contra câncer de pele com participação decisiva da IA no processo.
IAgora?
*A medicina está entrando numa era de personalização e volume de dados – e isso costuma puxar IA para dentro do processo, seja para desenhar vacinas, seja para organizar testes e análises.
Antibióticos desenhados do zero contra superbactérias
*Pesquisadores do MIT usaram IA generativa para criar novos antibióticos contra duas infecções difíceis de tratar: gonorreia resistente a remédios e a superbactéria MRSA.







