Observatório Nacional (ON) vai transmitir o eclipse ao vivo. A instituição também informa que o evento faz parte da série Saros 138, sequência de eclipses com intervalos regulares e características semelhantes.
Por que o eclipse é “quase total”?
Eclipse lunar acontece quando a Lua entra na sombra projetada pela Terra. Como a órbita lunar tem inclinação de cerca de cinco graus em relação ao plano da órbita terrestre, o alinhamento não ocorre em todas as luas cheias.
Lua entra profundamente na umbra, mas não totalmente. “O Sol incide na Terra e uma sombra se forma no espaço. Essa sombra tem duas partes: a penumbra (sombra clara) e a umbra (sombra escura)”, explica Josina Oliveira do Nascimento, astrônoma do Observatório Nacional.
Mesmo com 96,2% do disco escurecido, o fenômeno segue classificado como parcial. Uma pequena faixa da superfície lunar permanece fora da área mais escura da sombra.
Onde mais o eclipse poderá ser visto
Fenômeno também poderá ser observado em outras partes das Américas, além de Europa, África e Oriente Médio. A visibilidade depende do tempo e, em algumas regiões, a Lua estará se pondo durante o eclipse, o que encurta a observação.








