Para as eleições no Brasil, a empresa anunciou em maio um conjunto de medidas. A companhia diz se comprometer em não favorecer candidatos e a direcionar eleitores para fontes confiáveis durante buscas. Além disso, a plataforma informa que terá um sistema para ajudar a identificar deepfakes criados no ChatGPT.
A OpenAI busca fidelizar os desenvolvedores
O ramo de IA passa por grande competição, e isso ajuda a explicar a presença da OpenAI no Brasil. Embora tenha ajudado a popularizar os chatbots de IA generativa com o ChatGPT, a OpenAI enfrenta forte concorrência da Anthropic e dos modelos chineses, como Qwen (Alibaba) e Kimi (Moonshot AI).
Enquanto a OpenAI e a Anthropic apostam principalmente em modelos proprietários, empresas chinesas como Alibaba e Moonshot AI têm disponibilizado modelos com graus maiores de abertura, incluindo versões que podem ser executadas localmente. Os modelos proprietários costumam ser acessados por meio de serviços online e APIs controladas pelas empresas.
Na prática, os desenvolvedores usam o que resolve o problema deles. Diversos modelos chineses reduziram a distância em testes de desempenho para sistemas líderes dos Estados Unidos. Mesmo que não tenham o mesmo nível de desenvolvimento, os modelos asiáticos têm sido cada vez mais adotados, sobretudo por startups.
A operação no segundo maior mercado de desenvolvedores é estratégica. A companhia cita a importância de se engajar com a comunidade local para expandir o uso de IA e que, de preferência, sejam as ferramentas da OpenAI.








