O partido da venezuelana María Corina Machado pediu nesta quinta-feira o levantamento “imediato” de sua inabilitação política, após uma juíza confessar que foi forçada a assinar a medida que impediu a líder opositora de concorrer nas eleições de 2024.
Vencedora das primárias da oposição no ano anterior, María Corina não pôde disputar as eleições presidenciais e indicou o diplomata Edmundo González para substituí-la. O presidente posteriormente deposto Nicolás Maduro foi proclamado vencedor do pleito, denunciado pela oposição como uma fraude.
“Essa inabilitação deve ser levantada IMEDIATAMENTE”, exigiu o partido Vente Venezuela, em comunicado no qual ressaltou que a medida foi “ilegal desde a sua origem”, por ter sido ratificada por meio de pressão sobre a juíza.
“Prender e punir membros da família para vencer a vontade de uma pessoa” revela “até onde o aparato criminoso do chavismo foi capaz de chegar para perseguir politicamente” seus opositores, manifestou o partido da opositora.
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