Sexta-feira, 13/03/26

Preso por furto em atacadista já teria desviado recursos da Prefeitura de Goiânia

Preso por furto em atacadista já teria desviado recursos da Prefeitura de Goiânia
Preso por furto em atacadista já teria desviado recursos da – Reprodução

PECULATO

Empresa desconfiou do funcionário após perceber aumento nos furtos, principalmente no setor de açougue, logo após a contratação

Funcionário preso por furto em supermercado é ex-servidor exonerado da Prefeitura de Goiânia (Foto: Divulgação/Romu)

O homem de 33 anos preso em flagrante por furtar mercadorias de um supermercado atacadista, na região sul de Goiânia, é ex-servidor da Prefeitura da capital e foi exonerado após responder por peculato, crime em que o servidor público se apropria, desvia ou utiliza indevidamente dinheiro, bens ou valores públicos que estejam sob sua responsabilidade em razão do cargo. Atualmente, ele tenta reverter a a situação por meio de ação judicial. A prisão foi realizada na terça-feira (20) após uma investigação interna da empresa.

Para a equipe de Rondas Ostensivas Municipais (Romu), a gerência de segurança do supermercado contou que o funcionário “retirava produtos de forma dissimulada, sem chamar atenção de outros colaboradores, e os escondia dentro do carro”. Ele agia sozinho e se aproveitava da função no setor de Prevenção e Perdas para circular livremente por diversas áreas da loja.

A empresa passou a desconfiar da conduta do funcionário após perceber um aumento nos furtos e prejuízos, principalmente no setor de açougue, logo após a contratação dele. Os deslocamentos constantes e fora do padrão do funcionário dentro do supermercado levantaram suspeitas e levaram a gerência a intensificar o monitoramento por câmeras, que acabou flagrando os furtos.

Com a confirmação das imagens, a equipe da Romu foi acionada. Durante a abordagem, o suspeito confessou os furtos e admitiu que já havia furtado em outras ocasiões. Na delegacia, o funcionário pagou fiança de R$ 1 mil e vai responder pelo crime em liberdade.

De acordo com os guardas, a gerência informou que, caso as investigações confirmem os furtos anteriores, o prejuízo causado à empresa pode ultrapassar R$ 20 mil. A Polícia Civil investiga o caso.

Leia mais:

T LB

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *