Quarta-feira, 01/07/26

Servidora da Comurg atropelada por motorista bêbado é velada em Goiânia

Imagem da vítima
Servidora da Comurg atropelada por motorista bêbado é velada em – Reprodução

DESPEDIDA

Familiares se despedem de Aparecida Alves da Silva, de 61 anos, que morreu três dias depois da colisão

Aparecida Alves da Silva deixa um filho e uma neta de apenas 1 ano e meio (Foto: Reprodução)

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A família da servidora da Companhia de Urbanização de Goiânia (Comurg), Aparecida Alves da Silva, de 61 anos, que morreu depois de ser atropelada por um motorista bêbado durante o expediente de trabalho, se despede da vítima nesta quarta-feira (1º). A mulher é velada desde o início da manhã no Cemitério Vale do Cerrado, em Goiânia.

O sepultamento está previsto para acontecer a partir das 12h, conforme comunicado por familiares e amigos. O corpo de Aparecida foi liberado na noite de terça-feira (30), três dias depois de ser atingida enquanto realizava a poda no canteiro central da Avenida Americano do Brasil, no Parque Santa Rita. Ela estava internada no Hospital Estadual Governador Otávio Lage de Siqueira (Hugol), que confirmou a morte cerebral.

Aparecida trabalhava há cerca de 12 anos na Comurg e estava prestes a se aposentar no fim deste ano. Em entrevista ao Mais Goiás, o filho único da servidora, Fernando Alves, contou que a mãe deixa uma neta de apenas 1 ano e meio e era reconhecida pela dedicação ao trabalho. 

O acidente 

Segundo a Comurg, Aparecida e o colega Fernando Lemes dos Santos, de 42 anos, realizavam serviços de poda de grama no canteiro central quando o condutor do veículo perdeu o controle da direção, atravessou a pista e atingiu os dois servidores. Em nota divulgada na tarde da última terça-feira, o Hugol informou que Fernando segue internado em estado grave na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), respirando com a ajuda de aparelhos.

O condutor do veículo, por outro lado, foi solto pela Justiça na última segunda-feira (29), após audiência de custódia. O suspeito estaria com sinais de embriaguez ao volante no momento em que foi preso pela Polícia Militar (PM). A DPE representou o investigado durante a audiência de custódia e entrou com o pedido de habeas corpus, que foi acatado pelo juiz plantonista. 

T LB

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