Servidores do Instituto Brasília Ambiental participaram, nesta sexta-feira (8), de uma visita técnica à Usina de Tratamento de Resíduos do Serviço de Limpeza Urbana (SLU), em Ceilândia, como parte de uma capacitação sobre gestão de lixo. A atividade integra o cronograma da Comissão Gestora da Agenda Ambiental na Administração Pública (A3P) do instituto.
Visita técnica e a importância da gestão de lixo
Durante a ação, servidores do SLU apresentaram as instalações do complexo, inaugurado em 1986, que faz o tratamento mecânico-biológico dos detritos.
“Esse tipo de ação é incentivado no Instituto. Incentivamos e apoiamos porque proporciona a troca de conhecimentos e de vivências e estreita ainda mais a parceria entre os órgãos que compõem o governo do Distrito Federal”, disse o presidente do Brasília Ambiental, Gutemberg Gomes.
Estrutura e produção da usina
Os visitantes puderam conferir toda a infraestrutura que compõe a usina, que conta com esteiras, peneiras, os serviços de separação manual por cooperados e de compostagem orgânica. A unidade produz 20 mil toneladas de composto orgânico anualmente, destinadas a produtores do DF. A usina da Ceilândia efetua, em média, a coleta domiciliar de 16 mil toneladas mensais, entre rejeitos orgânicos e secos.
Reflexões dos participantes
“O que eu vou levar dessa experiência, tanto para o Brasília Ambiental quanto para a minha vida, é a necessidade de separação correta de resíduos. E de que, quanto maior o consumismo, maior a produção de resíduos. Então, é necessário reduzir o consumo para diminuir a produção de lixo e pensar na reutilização de produtos e na reciclagem desses resíduos”, refletiu a auditora fiscal do Instituto, Vanessa Barboza, participante da visita.
A estagiária da Assessoria de Projetos de Engenharia (Aspeng) do Instituto, Maria Isabel, que também participou da iniciativa, considera que a visita forneceu instrumentos para uma reflexão muito importante: repensar a forma como descartamos lixo hoje. “Vimos que tinham muitos resíduos orgânicos misturados aos recicláveis. O que, às vezes, inviabiliza a reciclagem. Temos que rever nossa forma de descarte”, avaliou.
O DF conta, também, com uma segunda usina de tratamento do SLU, localizada na Asa Sul, que desempenha os trabalhos de coletas seletivas e domiciliares.
*Com informações do Instituto Brasília Ambiental








