Quinta-feira, 14/05/26

Suspeito alega que matou estudante após relação sexual em Goiânia

Suspeito alega que matou estudante após relação sexual em Goiânia
Suspeito alega que matou estudante após relação sexual em Goiânia – Reprodução

CONFESSOU

“Nós tivemos relação, eu me arrependi, e por isso o matei”

Suspeito alega que matou estudante após relação sexual em Goiânia (Foto: PCGO)

“Nós tivemos relação, eu me arrependi, e por isso o matei.” Com estas palavras, segundo o delegado Danilo Wendel, adjunto da Delegacia Estadual de Investigação de Homicídios (DIH), o suspeito pela morte do estudante de Medicina Veterinária Luciano Milo, que tinha 27 anos, confessou o assassinato à polícia. O crime aconteceu em Goiânia.

Wallyson Ascânio Tito, de 31 anos, foi preso na quarta-feira (13) por policiais militares nas proximidades de um bar em Trindade, na região metropolitana da capital. Ele estava sendo procurado desde domingo (10/5), data em que familiares do estudante o encontraram sem vida no apartamento onde morava sozinho no Setor Cidade Jardim.

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Em depoimento, o suspeito disse que andava pelas ruas do Bairro Goiá quando, na manhã de domingo, foi convidado por Danilo, que ele não conhecia, para ingerir bebidas alcoólicas.
Após entrar no carro da vítima e parar em uma distribuidora de bebidas, eles seguiram até o apartamento, onde, segundo Wallyson, continuaram bebendo e mantiveram relação sexual.

O suspeito disse ainda que, após enforcar o estudante com um fio, furtou um notebook e calçou os tênis da vítima apenas para sair despercebido do condomínio. O equipamento eletrônico, segundo ele, foi vendido por R$ 100. Ele usou o dinheiro posteriormente para comprar drogas.

Estudante de Medicina Veterinária Luciano Milo (Foto: Reprodução)

De acordo com a polícia, Wallyson já havia sido preso em 2023 após praticar um assassinato no interior de Goiás. Após matar Danilo no último domingo, o suspeito rompeu uma tornozeleira eletrônica que o monitorava e deixou o equipamento dentro do apartamento da vítima.

Segundo a DIH, “A divulgação de informações, imagens e identificação dos presos ocorreu em estrita observância à Lei n.º 13.869/2019 e à Portaria n.º 547/2021/DGPC, mediante despacho fundamentado da autoridade policial responsável, especialmente diante da possibilidade concreta de identificação de novas vítimas e da preservação do interesse público, resguardados os limites legais e as cautelas necessárias à continuidade das investigações”.

T LB

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