O governador de São Paulo e candidato à reeleição, Tarcísio de Freitas (Republicanos), comentou nesta quarta-feira, 9, o resultado da última pesquisa Quaest com intenções de voto no Estado. O levantamento, divulgado ontem, mostrou Tarcísio liderando a disputa, com 42% das intenções de voto no cenário estimulado no primeiro turno, à frente de Fernando Haddad, do PT, que somou 27%.
“A gente fica satisfeito com a pesquisa. Desde o início dessa jornada, a gente vem crescendo, evitando os ataques e sendo propositivo, olhando para frente, procurando fazer uma campanha leve. Acho que isso está sendo compreendido pelo eleitor”, declarou Tarcísio. “E, óbvio, é uma fotografia, vamos encarar isso com humildade”, seguiu. Segundo ele, com a intensificação das agendas de rua, a expectativa é que o desempenho melhore ainda mais.
As declarações foram feitas em coletiva de imprensa após agenda de campanha no Armazém Solidário da Prefeitura de São Paulo, no Grajaú, na Zona Sul da capital. Tarcísio estava acompanhado do prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB).
Antes do início da agenda, um grupo de manifestantes foi até o local estender faixas e gritar palavras de ordem contra Tarcísio e Nunes. Ao comentar o ocorrido com a imprensa, Tarcísio insinuou que seriam pessoas que não estavam lá voluntariamente. “É fácil perceber, vocês sabem disso. E depois, busquem a ficha criminal de cada um aí que você vai entender”, afirmou.
Armazéns
Durante a agenda, Tarcísio ainda detalhou sua proposta de criar uma iniciativa semelhante aos Armazéns da prefeitura, que comercializam comida subsidiada para famílias do CadÚnico, em todo o Estado. A ideia, disse o governador, é trabalhar em parceria com as prefeituras e cruzar dados e informações com o SuperAção SP, programa estadual de combate à pobreza, para construir armazéns no Estado.
“A gente está vendo o esforço que o cidadão faz para encher o seu carrinho de supermercado, está cada vez mais difícil”, disse








