Por unanimidade, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) rejeitou o registro da candidatura de Pablo Marçal à presidência da República. O colegiado seguiu o voto da relatora, ministra Estela Aranha, e indeferiu o pedido de Marçal e seu partido, o PRTB.
A rejeição da candidatura se deu por falta de comprovação de filiação ao Partido Renovador Trabalhista Brasileiro dentro do prazo legal, uma vez que Pablo Marçal estava filiado ao União Brasil em abril, prazo final para escolha do partido.
O TSE apontou também a falta de comprovação da condição de elegibilidade do candidato relativa à filiação partidária ao PRTB, já que Marçal está inelegível até 2032. Ele foi condenado pela Justiça Eleitoral de São Paulo por ofertar gravações de vídeos para vereadores e prefeitos em troca de doações em dinheiro. O episódio ocorreu nas eleições municipais de 2024.
Agora, 12 candidaturas estão na disputa pela Presidência da República nas eleições gerais deste ano. O primeiro turno de votações está marcado para 4 de outubro e, se necessário, o segundo turno ocorrerá em 25 de outubro.
*Com informações da Agência Brasil








