Domingo, 26/07/26

Velório de jornalista morto no Bueno não tem data para ocorrer

Velório de jornalista morto no Bueno não tem data para ocorrer
Velório de jornalista morto no Bueno não tem data para – Reprodução

O jornalista Fausi Humberto, amigo do profissional de imprensa Delson Carlos, morto a facadas na sexta-feira (24), em Goiânia, informou que ainda não há previsão para o velório. Segundo ele, a situação tem relação com um “problema na identificação”.

“Pessoal, infelizmente o velório não ocorrerá hoje nem amanhã. A nova data será informada assim que possível. Devido a um problema na identificação que demanda tempo para ser resolvido, os horários do velório e do sepultamento serão comunicados posteriormente”, publicou no story do Instagram na noite de sábado (25).

Delson Carlos Barros, de 52 anos, foi morto a facadas na noite desta sexta-feira, após uma discussão em um apartamento do Residencial Dom Lourenço, no Setor Bueno, em Goiânia. Ele alugava o imóvel da dentista Renata de Almeida Pedreira e Sousa, de 56 anos, presa pelo crime.

Ainda no sábado, ela passou por audiência de custódia. A Justiça converteu a prisão em flagrante em preventiva. A Defensoria Pública representou a mulher, mas não irá comentar o caso. Já o Conselho Regional de Odontologia de Goiás (CROGO) informou ao G1 que acompanha o caso e “permanece à disposição das autoridades para colaborar, dentro de suas atribuições, sempre em defesa da ética, da legalidade e da valorização da Odontologia”.

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Caso

De acordo com a PM, Delson estava no apartamento na companhia da dentista e da companheira dela, onde os três consumiam bebidas alcoólicas. Durante o encontro, houve um desentendimento.

Conforme a dinâmica apresentada inicialmente pela corporação, o jornalista teria atingido a companheira da dentista com uma faca. Em seguida, a dentista teria tomado o objeto e desferido golpes contra Delson.

O ataque ocorreu na área comum do 7º andar do edifício, em frente ao elevador do apartamento onde ele estava. Ferido, o jornalista ainda conseguiu se deslocar até o 5º andar, onde caiu no corredor e morreu.

Após o ocorrido, a mulher permaneceu dentro do apartamento e se recusou a sair. Diante da situação, a Polícia Militar isolou o condomínio e acionou equipes do Batalhão de Operações Especiais (Bope), incluindo negociadores e policiais da unidade tática.

Segundo a PM, durante a negociação, a mulher apresentava comportamento de crise e fazia ameaças contra a própria vida. Após cerca de quatro horas de tentativas de diálogo sem sucesso, foi realizada uma entrada tática no imóvel.

Durante a ação, os policiais utilizaram dispositivos de distração e cargas explosivas para acessar o apartamento e conseguiram conter a mulher. Ela recebeu atendimento médico e foi encaminhada sob custódia para um hospital de referência.

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(Foto: Reprodução)

T LB

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