Após seis anos de trabalho, os cientistas se depararam principalmente com espécies não catalogadas de mosca, vespa e borboleta. “Usamos uma tecnologia nova para descrever as espécies por sua pegada genética. Uma diversidade genética é o equivalente à espécie. A única diferença é que não tem nome, tem um código”, disse Inclán.
A pesquisa faz parte de uma iniciativa do Centro de Genômica da Biodiversidade da Universidade de Guelph, no Canadá. O programa inclui 50 países e estuda como as comunidades de artrópodes mudam ao longo do tempo e frente às mudanças no meio ambiente.
Diego Inclán estimou que, à medida que os estudos genéticos das demais amostras coletadas em Mashpi avançarem, o número de insetos reportados pode dobrar.







