Foi a operação Fake Monster, que foi desencadeada pela… Polícia Civil do estado do Rio de Janeiro. Nós recebemos a informação de que alguns jovens planejavam jogar coquetéis molotov durante o show
Paulo Benelli
O alerta veio de quatro grandes plataformas digitais, que identificaram conversas suspeitas e avisaram o Ciberlab. O atentado seria um ato de “extremismo contra pessoas de gênero diferente”.
Realizado em julho do ano passado, o show de Lady Gaga fazia parte da turnê “Mayhem Ball Tour” e, nos cálculos da prefeitura do Rio de Janeiro, reuniu 2,1 milhões de pessoas. Um ataque em um ambiente de alta concentração de pessoas teria causado estragos consideráveis.
O nome da operação faz referência aos fãs da cantora, conhecidos como “Little Monsters”.
Benelli conta que, nesses casos, a colaboração das empresas é fundamental: elas repassam dados dos usuários envolvidos em regime de urgência, permitindo o rastreamento rápido dos suspeitos.
As plataformas remetem de maneira proativa quando tem um comportamento suspeito ou que possa ter violado a sua política ou violem a lei local. Eles encaminham e falam, ‘olha, o usuário X fez esse comentário’. A partir de então, cabe ao CyberLab achar o usuário X, identificar e encaminhar para aquela polícia. Tudo isso em regime de urgência. Quando envolve criança, adolescente, envolve risco à vida, a gente atua de maneira emergencial.
Paulo Benelli








