Quinta-feira, 23/04/26

ANÁLISE-Na era da IA, pontos fortes da Apple podem se tornar fragilidades

ANÁLISE-Na era da IA, pontos fortes da Apple podem se tornar fragilidades
ANÁLISE-Na era da IA, pontos fortes da Apple podem se – Reprodução

Essa abordagem ajudou a transformar o iPhone no produto de consumo mais bem-sucedido da história, gerando quase US$210 bilhões em receita no ano passado. Isso também fez com que a Apple se tornasse a empresa ​mais valiosa do mundo durante ⁠a maior parte ​da última década, uma posição que só foi superada pela fabricante ⁠de chips de inteligência artificial Nvidia em 2024.

Mas quando o ​futuro presidente-executivo da Apple, John Ternus, assumir o lugar de Tim Cook, ele enfrentará uma questão que é fundamental para a sobrevivência da empresa na era da ‌IA, testando os limites da prática da ‌Apple de selecionar ​quais aplicativos e serviços podem acessar seu hardware.

A atual onda de inovação em IA foi impulsionada em grande parte pela abertura: interação rápida, amplo acesso do desenvolvedor e ferramentas que funcionam ‌em várias plataformas.

Empresas como a OpenAI, Google e Meta lançaram modelos que, às vezes, tomam direções não intencionais, mas que melhoram de forma visível e contínua, atraindo desenvolvedores e usuários em um ritmo que poucos ciclos de produtos tradicionais conseguem igualar.

A Apple, não inesperadamente, tem sido cautelosa. Cook, um administrador leal da visão do cofundador da Apple, Steve Jobs, enfatizou a privacidade e a qualidade que só podem ser obtidas com um controle rígido.

Essa restrição conquistou a confiança dos usuários, mas também deixou a ‌empresa aberta à pressão antitruste nos Estados Unidos e no exterior, incluindo uma batalha legal com a Epic Games, criadora do “Fortnite”, e novas regras da União Europeia ​que forçam a Apple a permitir mais concorrência em seus dispositivos.


T LB

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