Stakeman argumenta que uma metáfora mais útil é pensar na IA como um espelho do que as pessoas colocam nela. “O espelho é uma metáfora melhor. Esses sistemas refletem o que colocamos neles, em escala. Isso já é motivo suficiente para a mudança de política”, completou.
Outros nomes rejeitam a ideia de consciência em máquinas e alertam contra dar “direitos” a sistemas de IA. “As IAs não são conscientes. Elas não sentem, não vivenciam nem sofrem”, escreveu o chefe de IA da Microsoft, Mustafa Suleyman, em um artigo no mês passado.
Suleyman também afirmou ver riscos em conceder proteções morais a entidades tecnológicas. “Conceder direitos e proteções morais a uma entidade tecnológica, que parece estar em um caminho para se tornar sismicamente mais capaz e inteligente do que nós, é uma receita para o desastre”, escreveu.
Em um sermão em italiano na Basílica de São Pedro, no Vaticano, o papa Leão 14 sugeriu que máquinas não têm alma. “A mente não deve simplesmente compilar dados — como um algoritmo agora faz mais rapidamente do que nós”, disse o pontífice.
O papa afirmou que a mente humana vai além do processamento de informações e se conecta a experiências vividas. “Ela deve recordar experiências vividas, que contêm profundezas de significado que apenas a alma humana pode reconhecer, e se conectar mais profundamente com a bondade dessas experiências”, declarou.







