Segunda-feira, 11/05/26

Chrome baixa arquivos de 4 GB para ativar o Gemini; e o Brasil?

Chrome baixa arquivos de 4 GB para ativar o Gemini; e o Brasil?
Chrome baixa arquivos de 4 GB para ativar o Gemini; – Reprodução

Os brasileiros, por ora, podem respirar sossegados. Apesar de anunciada em 2024, a integração entre navegador e Gemini só passou a ser liberada amplamente nos Estados Unidos em setembro do ano passado e, apenas em março de 2026, chegou a outros países, como Canadá, Índia e Nova Zelândia.

A liberação a conta-gotas é estratégica. Navegador mais usado do mundo, o Chrome é peça-chave na disputa do Google pela hegemonia da IA. No ano passado, o governo dos Estados Unidos tentou convencer a Justiça norte-americana a ordenar a venda do navegador, como remédio para a condenação de monopólio sofrida pela gigante das buscas. Não deu certo. Mas o pedido mostrou quão valioso é o serviço. Empresas como Perplexity, Yahoo! e OpenAI manifestaram interesse na compra. Nem chegaram a ser ouvidas pelo Google.

O que diz o Google

“Oferecemos o Gemini Nano para o Chrome desde 2024 como um modelo leve de processamento no dispositivo (on-device). Ele viabiliza recursos de segurança essenciais, como detecção de golpes e APIs para desenvolvedores, sem o envio de dados para a nuvem. Embora o funcionamento exija espaço de armazenamento local no desktop, o modelo será desinstalado automaticamente caso o dispositivo apresente escassez de recursos. Em fevereiro, iniciamos o rollout da funcionalidade que permite aos usuários desativar e remover o modelo com facilidade diretamente nas configurações do Chrome. Uma vez desabilitado, o modelo não realizará novos downloads ou atualizações. Mais detalhes podem ser encontrados em nosso artigo na central de ajuda.”

DEU TILT

Toda semana, Diogo Cortiz e Helton Simões Gomes conversam sobre as tecnologias que movimentam os humanos por trás das máquinas. O programa é publicado às terças-feiras no YouTube do UOL e nas plataformas de áudio. Assista ao episódio da semana completo.


T LB

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