De maneira semelhante, dezenas de estados voltam a agir em uma área em que “o Congresso não atuou”, afirmou na terça o procurador-geral do Colorado, Phil Weiser.
Os casos do tabaco e das redes sociais envolvem “saúde pública e, em alguns casos, marketing voltado para menores que prejudica as crianças e adolescentes”, acrescentou Weiser.
Nas alegações iniciais apresentadas na terça-feira, a procuradora-geral adjunta da Califórnia, Megan O’Neill, descreveu o modelo de negócios da Meta como uma estratégia para “atrair usuários, mantê-los pelo maior tempo possível, coletar seus dados e depois esconder a verdade do público”.
O fundador e CEO da empresa, Mark Zuckerberg, e o diretor do Instagram, Adam Mosseri, estão entre as principais testemunhas que poderão depor, segundo documentos judiciais.
Durante uma coletiva de imprensa na terça-feira, porém, o procurador-geral da Califórnia, Rob Bonta, recusou-se a confirmar se Zuckerberg será chamado para testemunhar.
Antes do início do julgamento, a Meta rejeitou as acusações e insistiu que trabalhou com pais, especialistas e autoridades para incorporar mecanismos de proteção a menores de idade.








