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O governo classificou o evento como de altíssimo risco para a ordem pública, prevendo possíveis distúrbios e saques, especialmente em grandes centros urbanos.
A França reforçou o esquema de segurança para este sábado (31), diante da expectativa de uma nova jornada de manifestações contra o custo de vida.
Para conter eventuais episódios de violência, cerca de 70 mil policiais e gendarmes foram mobilizados em todo o país. Em Paris, o plano de contingência inclui o fechamento de mais de 40 estações de metrô e a interrupção de serviços de bonde. As autoridades determinaram que as concentrações ocorram em zonas periféricas, evitando os centros das cidades.
A definição dos trajetos das manifestações em Paris tornou-se alvo de disputa judicial. Embora um tribunal administrativo tenha autorizado o desfile pela praça da Bastilha, o Ministério do Interior anunciou que recorreria da decisão ao Conselho de Estado, argumentando a necessidade de prevenir danos e depredações como os registrados em 17 de outubro.
A mobilização deste sábado é a terceira em três semanas. Em atos anteriores, o número de participantes variou entre 410 mil e 800 mil pessoas, com registros de confrontos e danos ao patrimônio público em datas passadas. O governo mantém o alerta máximo devido a convocações para atos de vandalismo circulando em redes sociais.
Entenda o caso
- Onde e quando: Manifestações ocorrem neste sábado (31) em diversas cidades francesas, com foco em Paris.
- Principais informações: O governo mobilizou 70 mil agentes e restringiu locais de concentração para evitar distúrbios.
- Medidas anunciadas: Fechamento de estações de transporte público e recurso judicial para alterar trajetos de manifestantes.
- Próximos desdobramentos: Decisão final sobre os percursos autorizados depende de pronunciamento do Conselho de Estado.
Texto: Redação / Correio de Santa Maria.








