Bilionário pede US$ 150 bilhões em danos da OpenAI e da Microsoft, que também é ré no caso. Pessoas ligadas ao processo afirmam que o valor seria destinado ao braço filantrópico da OpenAI, e Musk também quer que a companhia volte a operar de forma estritamente sem fins lucrativos.
Processo também pede a saída de Altman e Brockman dos cargos executivos. Musk sustenta que foi mantido sem informação sobre a criação de uma estrutura comercial em 2019 e que seu nome e seu investimento, estimado em cerca de US$ 38 milhões entre 2016 e 2020, foram usados para atrair investidores.
OpenAI nega as acusações e diz que Musk age por interesse próprio e por desejo de controle. A empresa afirma que ele participou das discussões sobre a mudança de estrutura e que, na época, teria exigido ser o CEO.
Em comunicado divulgado hoje a OpenAI atacou a motivação do bilionário “Elon passou anos assediando a OpenAI por meio de processos infundados e ataques públicos. Ele está usando seu processo para atacar a fundação sem fins lucrativos OpenAI, que é focada em trabalhos em áreas como ciências da vida e na cura de doenças para o benefício de todos”, afirmou a empresa.
Microsoft nega conspiração e diz que a parceria com a OpenAI só começou após a saída de Musk do conselho. A companhia é investidora desde 2019 e afirma que não participou de qualquer plano para enganar o bilionário.
Como a disputa começou
Documentos internos citados no processo detalham a transformação da OpenAI desde a fundação, em 2015. A empresa teria começado como um laboratório de pesquisa e hoje é avaliada em mais de US$ 850 bilhões.







