*No mesmo dia, a Meta anunciou o Muse Glimmer, um modelo de IA de “pesos abertos” (ou seja: dá para baixar e ajustar como ele se comporta, mas isso não é o mesmo que “código aberto” completo) e que a empresa diz ser leve o bastante para rodar localmente em um computador pessoal.
*Segundo o The New York Times, a Meta tenta provar que modelos abertos podem ser menores e mais baratos do que os sistemas de ponta – e, com isso, mudar a economia do setor.
*A Meta também sinalizou que quer retomar o lançamento de alguns modelos mais abertos e usou o manifesto para bater, ainda que indiretamente, em rivais como OpenAI e Anthropic, que preferem manter seus modelos fechados.
*Zuckerberg defendeu a “destilação” (técnica para treinar um modelo menor a partir de um maior), tema que virou disputa política e comercial, especialmente com a ascensão de modelos chineses de pesos abertos.
*O texto também tenta responder à resistência crescente contra data centers: a Meta falou em fundos e programas para comunidades que recebem essas estruturas, incluindo apoio a serviços locais e iniciativas de treinamento profissional.
*Ao mesmo tempo, a Meta reconhece que quer mais colaboração com o governo dos EUA em temas de segurança e infraestrutura crítica, com revisões mais frequentes durante o desenvolvimento dos modelos.








