No futuro, quando perguntarem quando os agentes de inteligência artificial invadiram sua vida, lembre-se deste momento. Você não deve ter notado, afinal, trata-se de uma mudança invisível e direcionada às máquinas —isso vale, é claro, se eu estiver falando com um ser-humano.
Na semana passada, o Google alterou drasticamente uma das ferramentas de segurança mais disseminadas da internet. É o reCaptcha, a ferramenta do “eu não sou um robô”. Criado para barrar acessos automatizados, o serviço evoluiu, porque a nova geração de robôs consegue, sem muito esforço, se comportar como nós.
Agentes são encarados como a nova fronteira da IA por serem autônomos o suficiente para executar tarefas em nome das pessoas, como visitar sites para comparar preços, fazer reservas e pagar por produtos e serviços. Por outro lado, podem ser usados para acessar serviços indevidamente, o que pode comprometer seu funcionamento. Para o Google, a nova plataforma é a solução para a web agêntica.








