Esse tipo de produto é alvo de críticas por estimular dependência emocional e levantar preocupações sobre privacidade. A UBTech, porém, afirma que os dados são criptografados e não serão utilizados para treinar modelos de IA.
Na China, os robôs estão presentes tanto nas fábricas quanto nos espaços públicos e desfrutam de ampla aceitação social, em contraste com o maior ceticismo observado no Ocidente.
Segundo o banco Barclays, a China lidera o desenvolvimento de robôs humanoides e respondia por 85% dos equipamentos instalados no mundo em 2025.
Somente no ano passado, mais de 140 empresas chinesas lançaram mais de 330 modelos de robôs humanoides, de acordo com o Ministério da Indústria e Tecnologia da Informação.
A robótica é uma prioridade estratégica para Pequim em seu plano quinquenal 2026-2030.
Segundo estudo do Morgan Stanley, o mercado chinês de robôs humanoides pode atingir 2 bilhões de dólares (R$ 10,4 bilhões) neste ano e 15 bilhões de dólares (R$ 77,6 bilhões) em 2030.








