Segunda-feira, 22/06/26

Suspeito de integrar grupo que roubava e sequestrava caminhoneiros é preso no DF

Prisão de Suspeito de Roubo e Adulteração de Caminhões no DF

Nesta segunda-feira (9), a Polícia Civil prendeu Ronald Alessandro da Silva, de 48 anos, um dos principais adulteradores de veículos de Brasília e do Entorno do Distrito Federal, segundo a corporação. Ele é alvo da operação VW 150, sendo suspeito de integrar um grupo que praticava roubos de caminhões de alto valor, utilizando restrição de liberdade das vítimas.

O G1 tenta contato com a defesa do suspeito. A ação, conduzida pela Coordenação de Repressão aos Crimes Patrimoniais (Corpatri) da Polícia Civil, resultou no cumprimento de diversos mandados.

Detalhes da Operação “VW 150” e Apreensões

Durante a operação, foram cumpridos cinco mandados de prisão preventiva, dois de prisão temporária e cinco de busca e apreensão. Estas ações ocorreram em diversas localidades:

  • Planaltina, no Distrito Federal;
  • Novo Gama, em Goiás;
  • Valparaíso, em Goiás;
  • São Gabriel, em Goiás.

O delegado da Corpatri, Eduardo Alencastro Filho, afirmou que a operação encontrou cinco caminhões com placas adulteradas, além de diversos equipamentos utilizados para cometer as fraudes. A estimativa é que, em um ano, Ronald Alessandro tenha adulterado pelo menos 20 veículos.

Histórico Criminal e Início das Investigações

De acordo com o delegado, o suspeito já acumulava passagens pela polícia por crimes como adulteração, associação criminosa e receptação. As investigações foram iniciadas em novembro do ano passado.

O ponto de partida foi um roubo no qual os criminosos mantiveram um caminhoneiro em cativeiro por aproximadamente oito horas. Naquela ocasião, agentes da Polícia Civil localizaram o veículo, cujo modelo empresta o nome à operação, na cidade de São Gabriel.

Consequências Legais para os Envolvidos

Eduardo Alencastro Filho informou que cinco pessoas foram detidas e deverão responder pelo crime de roubo majorado. Esse delito inclui o emprego de arma de fogo e a restrição da liberdade das vítimas. As penas para esse tipo de crime podem variar de quatro a dez anos de reclusão.

Por Correio de Santa Maria, com informações da Polícia Civil do Distrito Federal.

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