Para continuar recebendo dinheiro com Shorts, o canal terá de manter dez milhões de visualizações qualificadas em 90 dias. O YouTube afirma que, se o criador cair abaixo desse nível, ele não sai do YPP e segue monetizando vídeos longos, com a receita de Shorts voltando automaticamente quando a marca for atingida de novo.
A empresa diz que a mudança busca acompanhar o crescimento do consumo na plataforma. “Acompanhar o crescimento do YouTube, que agora vê mais de 200 bilhões de visualizações diárias de Shorts e mais de um bilhão de horas de exibição na TV”, afirmou o YouTube, em comunicado oficial.
Criadores que já estão no YPP não devem ser afetados pela nova régua de entrada. Ainda assim, o YouTube diz que quem já participa do programa terá de aceitar os novos termos até 31 de janeiro de 2027 para continuar recebendo pagamentos.
Premium Lite e divisão de receita
O YouTube também anunciou a expansão do Premium Lite para todos os países onde o YouTube Premium existe. A assinatura mais barata promete experiência sem anúncios na maior parte dos vídeos, além de permitir downloads e reprodução em segundo plano. No Brasil, a assinatura Premium Lite custa R$ 16,90 por mês.
A plataforma divide a receita de assinaturas com criadores com base em tempo de exibição e visualizações. No repasse, 55% vai para vídeos longos e 45% para Shorts, segundo o blog oficial do YouTube.







