Segunda-feira, 02/11/26

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Zoológico e outros dois locais no DF elevam risco de colisões entre aves e aeronaves

Zoológico e outros dois locais no DF elevam risco de colisões entre aves e aeronaves
O Aeroporto Internacional de Brasília enfrenta desafios para mitigar o risco de colisões entre aves e aeronaves, fenômeno conhecido como bird strike. — Imagem: Aeroporto de Brasília/Divulgação

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Esses locais estão situados dentro da Área de Segurança Aeroportuária (ASA), que compreende um raio de 20 quilômetros a partir do centro geométrico da pista principal.

O Aeroporto Internacional de Brasília enfrenta desafios para mitigar o risco de colisões entre aves e aeronaves, fenômeno conhecido como bird strike. Levantamento do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) identificou três pontos críticos nas proximidades do terminal que, por suas características, atraem a fauna e elevam o perigo para as operações aéreas: o Zoológico de Brasília, a Unidade de Recebimento de Entulho (URE) e a Central de Abastecimento do Distrito Federal (Ceasa-DF).

A presença de fontes de alimento, água ou abrigo nessas áreas periféricas atrai aves, aumentando a probabilidade de incidentes durante as fases de decolagem e aproximação para pouso, momentos considerados os mais críticos da operação aérea.

Dados do primeiro semestre de 2026 indicam que foram registradas 52 colisões com aves no Aeroporto de Brasília, resultando em danos a seis aeronaves. Embora a maioria das ocorrências não cause impactos graves, o risco de danos materiais e riscos à segurança dos passageiros exige monitoramento constante e medidas de controle.

O que você precisa saber

  • Locais de risco: Zoológico de Brasília, Unidade de Recebimento de Entulho e Ceasa-DF atraem aves para a zona de operação aérea.
  • Dados de colisões: Foram contabilizadas 52 ocorrências de choque com aves no primeiro semestre de 2026, com seis casos de danos a aeronaves.
  • Área de Segurança: A legislação define a ASA como um raio de 20 km ao redor do aeroporto, onde o uso do solo deve ser restrito para evitar atrativos à fauna.
  • Regulamentação: A Lei nº 12.725/2012, que dispõe sobre o controle da fauna em áreas aeroportuárias, aguarda regulamentação por decreto federal para reforçar a integração entre os órgãos responsáveis.

Texto: Redação / Correio de Santa Maria.

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