O CEO também argumenta que o debate sobre segurança precisa olhar para quem controla a tecnologia. “Mas se o poder da superinteligência ficar nas mãos de um pequeno número de indivíduos, empresas, governos ou da própria IA, isso naturalmente vai levar a resultados menos favoráveis para todo o resto. Isso não é um princípio tecnológico. É sobre equilíbrio de poder. Não existe uma superinteligência singular benevolente”, disse.
Ao comparar a estratégia da Meta com a de concorrentes, Zuckerberg diz que a disputa é sobre para quem a IA será construída. “A Meta é a empresa principalmente focada em construir superinteligência pessoal para todos. A maioria dos outros laboratórios está focada em construir IA para empresas, governos ou outras instituições [embora também promovam produtos voltados ao consumidor], então, se esses laboratórios liderarem, o equilíbrio de poder vai favorecer instituições maiores em vez de indivíduos. A missão da Meta desde a nossa fundação tem sido colocar poder nas mãos das pessoas. Se nossas crenças e princípios liderarem, então o equilíbrio de poder vai favorecer indivíduos e um futuro melhor para todos”, afirmou.
Zuckerberg defendeu cooperação entre laboratórios de IA de ponta e o governo para criar políticas que ajudem a garantir um “futuro positivo”. Ele também disse que novas tecnologias trazem oportunidades e desafios e que, por isso, o tema precisa ser tratado com seriedade.
Código aberto, novos modelos e fundo de US$ 1 bi
O executivo prometeu retomar a divulgação de alguns modelos de IA em código aberto, agora que o Meta Superintelligence Labs está operando. “A Meta continua fortemente apoiadora do código aberto, incluindo modelos de IA código aberto. O ecossistema atual de open source é forte, e achamos que seria um erro restringi-lo. Agora que o Meta Superintelligence Labs está funcionando, vamos voltar a lançar alguns modelos open source em breve”, escreveu.
Uma IA de código aberto pode ser inspecionada e adaptada por terceiros. A Meta disponibilizará os pesos dos modelos, permitindo que terceiros os executem e adaptem. Defensores dessa abordagem afirmam que ela favorece inovação e amplia o acesso à tecnologia








