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As manifestações, que ocorreram em locais como Roma, Milão, Bolonha, Gênova, Nápoles e Turim, foram marcadas por um forte esquema de segurança.
Centenas de milhares de estudantes e trabalhadores ocuparam as ruas de diversas cidades italianas nesta sexta-feira (30) para reivindicar investimentos em educação e medidas contra a alta do custo de vida.
O movimento, que incluiu uma greve geral convocada por sindicatos, reuniu categorias como caminhoneiros, taxistas e agricultores. Os manifestantes protestaram contra o aumento dos preços dos combustíveis e criticaram o incremento nos gastos com defesa. Em Roma, grupos marcharam da estação Termini em direção ao Coliseu, denunciando o alto custo da moradia estudantil.
Embora a maioria dos atos tenha ocorrido de forma pacífica, foram registrados confrontos isolados. Em Turim, a polícia utilizou jatos d’água para conter manifestantes próximos à sede da Prefeitura. Em Roma, houve episódios de vandalismo com o arremesso de garrafas e a queima de lixeiras. O governo italiano, que recentemente endureceu as leis sobre manifestações públicas e facilitou a detenção de menores, aprovou um pacote de auxílio de 175,2 milhões de euros para setores afetados pela inflação dos combustíveis.
Entenda o caso
- Onde e quando: Protestos ocorreram em diversas cidades da Itália nesta sexta-feira (30).
- Principais informações: Estudantes e trabalhadores reivindicam mais verbas para a educação e soluções para o aumento do custo de vida.
- Medidas anunciadas: O governo aprovou um pacote de auxílio de 175,2 milhões de euros para caminhoneiros, agricultores e pescadores, além de discutir medidas para jovens no orçamento de 2027.
- Próximos desdobramentos: O governo mantém a discussão sobre o projeto de orçamento para o próximo ano enquanto monitora a tensão social.
Texto: Redação / Correio de Santa Maria.








